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Carisma e Espiritualidade
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"Na teologia da Vida Consagrada usa-se a expressão carisma do Instituto ou
carisma da fundação. Nele inclui-se a origem do Instituto com sua forma peculiar
de vida, de fim, de espírito e de índole que se desenvolverá como forma de
continuidade dinâmica no tempo. Pelo contrário, o espírito do Instituto é a
herança espiritual que compreende o espírito, as intenções primogênitas e
originais do fundador e, junto com isso, todas as tradições, escritas ou vivas,
que cada instituto possui desde o início de sua vida eclesial.” |
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A vida da Pequena Missionária é centralizada na busca de Deus na Eucaristia, que
é a morada do Amor de Deus entre os homens. “A devoção para com Nosso
Senhor oculto no seu sacramento de amor deve ser a característica peculiar da
Pequena Missionária; portanto com todo o afeto, visitem em espírito o Deus
eucarístico solitário em todos os tabernáculos do mundo, adorem-no humildemente,
oferecendo-O à Santíssima Trindade e oferecendo-se com Ele, em imolação pelo
clero, procurando reparar as injúrias e ofensas que lhe são feitas em seu
Sacramento de amor.” (Constituições Cap. I, art. 4) |
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Ao lado de uma vida intensamente eucarística, tem a Pequena Missionária uma
devoção profunda à Virgem Imaculada, cujo culto deve propagar. Seu hábito branco
é uma carinhosa homenagem a Maria, refletindo externamente seu íntimo amor à
Virgem, sua Mãe e Modelo; fala-lhe de pureza, de paz e de alegria e lembra-lhe a
brancura da hóstia sacrossanta. “As Pequenas Missionárias de Maria
Imaculada, como indica o seu nome, tenham íntimo amor e ardentíssima devoção à
sua diletíssima Padroeira e apliquem-se em promover, por todos os meios, a
devoção à Virgem Imaculada.” (Const. Cap 1, art 7) “Nossa Senhora
deve estar conosco, junto de nós, ao nosso lado e a todos os instantes na nossa
vida cotidiana". |
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A grande doutora do amor é a Mestra Espiritual da Pequena Missionária. Madre
Teresa deixou para suas filhas espirituais, o legado de “embeber-se bem do
espírito de infância espiritual tão bem demonstrado por esta amável santinha, e
considerando-a como especial protetora, imitá-la-ão o mais possível na
generosidade dos sacrifícios ocultos.” (Const Cap VII, art 63) (Vede, Senhor,
como ainda sou fraca, imperfeita; eu tenho o direito de esperar mais ainda em
Vós”) |
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“A Eucaristia é o centro da espiritualidade da Pequena Missionária. Maria
Santíssima é sua Mãe e modelo. Como, porém, o reinado de Jesus Hóstia só se faz
por intermédio de seus sacerdotes, a imolação pelo clero é um dos fins
primordiais da Congregação. Tudo é dado a Jesus: merecimentos, trabalhos,
sofrimentos, a própria vida, para suscitar, preparar grande número de vocações
sacerdotais, a fim de manter os sacerdotes no espírito interior, no amor à
Eucaristia, no zelo pela glória do Mestre.” (Diretório – Introdução a.) (“A alma
que não tiver amor e real interesse pelos sacerdotes, não é uma alma de Pequena
Missionária. Esta precisa ter o espírito sacerdotal bem profundo e bem sincero”)
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O fim da Congregação é promover a glória de Deus e um dos meios é a dedicação
das Irmãs a todas as obras de caridade espiritual e corporal em favor dos
necessitados, especialmente os enfermos. Com sabedoria exorta-nos nossa Madre:
“Ter sempre uma palavra, um conselho, um carinho para toda alma que sofre.
Devemos passar por toda parte espalhando o bem.” Devemos passar por toda parte espalhando o bem.” |
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